BEM VINDOS AO MUNDO POINT DA MALHAÇÃO, A MAOIR REDE DE ACADEMIAS DO INTERIOR DA BAHIA.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

AUTOBRONZEADOR É ALTERNATIVA SAUDÁVEL PARA A PELE

É um truque para não chegar à praia no estilo branco total. E o único bronzeamento seguro, para os médicos.
Os autobronzeadores são os queridinhos dos dermatologistas por dar cor de verão sem submeter a pele aos riscos da exposição ao sol e das câmaras de bronzeamento.
A mágica acontece por uma reação química. Os autobronzeadores contêm uma substância chamada dihidroxiacetona (DHA), que interage com a queratina da superfície da pele e se oxida, produzindo uma substância amarronzada.
A quantidade de DHA varia de 5% a 15% nos produtos, diz a dermatologista Denise Steiner, editora da revista "Surgery and Cosmetics Dermatology", da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Os autobronzeadores com maior concentração da substância dão uma coloração mais rápida, em poucas horas. Em compensação, podem manchar mais a pele na aplicação.
Há também os hidratantes tonalizantes. Com menor concentração de DHA, colorem a pele de forma progressiva e sutil. Devem ser usados diariamente. O bronzeado pode demorar alguns dias para aparecer.
"Esses produtos não são tóxicos, não penetram na pele e são pouco alergênicos", afirma Steiner.
Mesmo assim, antes de começar a usar um autobronzeador, faça um teste numa área pequena e escondida do corpo, como a parte interna da coxa, para se certificar de que você não é sensível ao produto e não vai ter alergia.
ESFOLIAÇÃO
Se der tudo certo nessa primeira prova, o ideal, de acordo com o dermatologista Sérgio Schalka, é fazer uma suave esfoliação um dia antes da aplicação do
produto. "Para que não haja manchas e a cor fique igual em todo o corpo, a pele precisa estar o mais uniforme possível", diz.

Capriche na esfoliação das áreas mais escuras e grossas como joelhos, tornozelos, cotovelos e pés. Ao passar o produto, use quantidade menor nesses locais, mais fáceis de manchar, por causa das dobras e do excesso de pele.

                                                                  PASSO A PASSO
                                    




1) Prenda os cabelos e coloque luvas descartáveis para não manchar as mãos. Inicie pela perna, de baixo para cima. Aplique em uma, então na outra.
2) Use menor quantidade nos cotovelos, joelhos, tornozelos e pés. Aplique na barriga e depois nos braços. Passe em um braço de cada vez.
3) Aplique o autobronzeador no pescoço e no rosto em quantidade menor. Há produtos específicos desse tipo só para a face, se preferir.
4) Peça para alguém passar nas suas costas para a cor ficar uniforme. Espere secar por três horas (produtos com mais DHA) ou 15 min (tonalizantes)
*
PERGUNTAS E RESPOSTAS

Quais cuidados tomar antes de passar o produto?
A pele precisa estar bem seca, de preferência esfoliada, depilada e sem machucados.

E se manchar na aplicação?
Aguente, espere desbotar.

Quanto tempo dura a cor?
De três a dez dias, no caso de produtos com alta concentração.

Posso passar o autobronzeador antes de tomar sol?
Sim, mas ele não substitui o protetor solar.

E depois de tomar sol?
Não há problemas em passar depois, mas, logo depois de tomar sol, o melhor é usar um hidratante comum. Se a pessoa quiser, pode passar o autobronzeador à noite, antes de dormir.

Posso passar mais uma camada se a cor ficar fraca?
Não, uma segunda camada de produto pode deixar a cor irregular.

É preciso deixar secar por quanto tempo?
Espere de duas a três horas para colocar roupa, tomar banho ou praticar exercícios.

O uso contínuo pode fazer mal à pele?
A pele pode ressecar e sofrer alergia.

Qual a diferença entre o autobronzeador em creme, spray e gel?
O creme é indicado para peles secas; o spray e o gel são melhores para peles oleosas. Mas uma pessoa com pele oleosa pode usar loção. Depende de como a pele reage a cada produto.


 Fonte: www1.folha.uol.com.br

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

VINHO AJUDA NO COMBATE A DIABETES, HIPERTENSÃO E EXCESSO DE COLESTEROL

Nos testes de laboratório, o resveratrol foi capaz de matar as células de câncer no cérebro e, ao contrário do que acontece na quimioterapia, ainda protegeu as células saudáveis.
Nas visitas aos vinhedos, descobrimos pequenos truques para proteger as plantas e os cachos de uva. Saquinhos plásticos evitam que as folhas se queimem na aplicação de fertilizantes e herbicidas. A companhia das oliveiras faz muito bem às parreiras. É que as plantas que dão azeitona crescem muito, e os vinhedos entram na competição e crescem também.
Como há rosas perto das parreiras, e não é só pela beleza das flores. É uma forma de saber se há pragas por perto. As rosas são mais sensíveis e são atacadas, primeiro. Assim, fica fácil o agricultor identificar a doença e evitar que ela se espalhe.
Esses tipos de associação são muito comuns na agricultura e também na ciência. Muitas vezes, é assim que se encontra a luz no fim do túnel.
Por exemplo, o vinho contribui para a longevidade na Serra Gaúcha? O povo da região acredita que sim, e fica fácil entender vendo a disposição da produtora de vinhos Maria Carrer, de 79 anos. Ela fica o dia inteiro na lida. Os filhos e netos se preocupam. “Ultimamente, eles não querem mais que eu trabalhe. Mas eu não consigo, eu gosto da roça”, diz. E a explicação que ela nos dá é muito simples: “eu me sinto feliz”.
O vinho está todos os dias na mesa da produtora de vinhos Maria Carrer, do enólogo Idalêncio Angheben, do enólogo Angel Antonio Mendoza e do engenheiro Ivan Carlos Regina. Não é à toa que os cientistas estão de olho no que guarda cada taça.
O pesquisador Guido Lenz, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), procurou respostas a respeito do câncer. Nos testes de laboratório, o resveratrol foi capaz de matar as células de câncer no cérebro e, ao contrário do que acontece na quimioterapia, ainda protegeu as células saudáveis. “Foi uma surpresa muito grande um composto que é tão bom com células boas ser tão mau com as células ruins”, aponta.
Em outro laboratório, agora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o professor Roberto Soares de Moura retirou o álcool do vinho. O líquido, transformado em pó, foi dado a ratinhos com pressão alta. Os animais tiveram a pressão normalizada. O resultado foi além do esperado. “Essas substâncias químicas extraídas do vinho ou da casca da uva têm efeito antihipertensivo, antidiabético e redução de colesterol, que seria benéfico no tratamento da chamada síndrome metabólica. É tudo em um pacote só”, afirma.
FONTE: www.g1.globo.com/glogoreporter


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

TOMAR UMA TAÇA POR DIA DURANTE AS REFEIÇÕES AUMENTA A QUALIDADE DE VIDA.




Roberto Soares de Moura explica também que é sempre bom tomar a bebida sempre junto às refeições e que gestante e pessoas com tendência ao alcoolismo e com problemas gastrointestinais devem evitar o vinho.

Hélter Duarte
Os vinhos do Nordeste já estão sendo premiados pela qualidade. Mas é muito importante lembrar sempre: vinho é uma bebida alcoólica. Então, é preciso moderação e consciência.
“Sempre junto às refeições e uma ou duas taças de vinho, não mais do que isso. As pessoas que devem evitar o consumo de vinho são gestantes, pessoas com tendência para o alcoolismo, pessoas com problemas com dor de cabeça, cefaléia, tonteiras e pessoas que têm problemas gastrointestinais. Tudo em excesso faz mal na nossa vida, inclusive o vinho”, destaca o pesquisador Roberto Soares de Moura, da Faperj/UERJ.Moderação e constância: há 25 anos é assim. O engenheiro Ivan Carlos Regina toma uma ou duas taças de vinho tinto no jantar. Tem o perfil ideal para participar de mais uma pesquisa do Instituto do Coração (InCor).
“Eu entrei na internet e vi que estavam cadastrando pessoas com o perfil do meu pai que tomassem vinho há muito tempo e que tivessem a faixa de idade dele. Achei isso bastante difícil e falei: ‘pai, essa é a sua cara. Beijos e vai ver o que é’”, conta a nutricionista Amanda Buonavoglia.
E Ivan foi mesmo. Passou por uma bateria de exames sofisticados. Os médicos investigaram até a parte psicológica. O engenheiro é um dos 200 participantes da pesquisa. Ao todo, 100 bebem vinho com frequência e 100 que não tomam bebida alcoólica de jeito nenhum.
A pesquisa partiu de uma curiosidade. “Será que o bebedor crônico de vinho é biologicamente mais jovem? Estamos mais da metade do estudo. Hoje, fizemos o caso 139. Nós precisamos chegar ao fim para tentar esclarecer se no homem de fato o vinho tem o efeito benéfico ou não”, aponta o pesquisador Protásio Lemos da Luz, do InCor.

Com ratos, o resultado foi muito interessante. Os animais que tomaram vinho não viveram além do esperado, mas ganharam mais disposição e vigor. “Peso adequado, exercício, não fumar, ter uma dieta correta: tudo isso entra. Não é só sair tomando vinho”, destaca Protásio.
Ivan Carlos Regina descobriu o bom vinho por acaso, em um leilão de importados da Receita Federal. “O mais engraçado é que eu tomava vinho em copo de requeijão, de qualquer jeito. Eu não conhecia nada. Mas eu falei: ‘isso aqui é bom’. E comecei a pesquisar com livros. E a importação era muito restrita naquele tempo no Brasil”, conta o engenheiro.
Ivan já escreveu dois livros sobre o assunto. Em casa, ele montou uma pequena adega que faz questão de apresentar, orgulhoso de algumas preciosidades.
Falando em saúde, Ivan teve uma ótima notícia no Instituto do Coração. “Tem uma plaquinha muito pequenininha. Deu quatro no score de cálcio. É praticamente nada. Ele está bem, está melhor do que a média. Ele está muito saudável”, informa o professor Carlos Eduardo Rochitte, do InCor.